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Bancos Centrais Adicionaram 59 Toneladas de Ouro às suas Reservas em Junho de 2022

Segundo o World Gold Council (WGC), os bancos centrais, globalmente, adicionaram 59 toneladas de ouro às suas reservas em junho, após uma adição de 35 toneladas em maio.

O banco central do Iraque adicionou uma quantidade significativa de ouro às suas reservas em 2022, comprando 34 toneladas. Foi o primeiro aumento das reservas de ouro do banco central do Iraque desde uma compra de 7 toneladas em 2018. O banco iraquiano agora detém 130 toneladas de ouro.

O Uzbequistão continuou comprou 8.7 toneladas em junho. O Uzbequistão adicionou cerca de 9 toneladas de ouro às suas reservas em cada um dos últimos três meses. As reservas de ouro representam pouco mais de 60% das reservas totais do Uzbequistão.

A Turquia também vem adicionando ouro às suas reservas. Em junho, o banco central da Turquia adicionou 7.7 toneladas de ouro às suas reservas. E adicionou 37 toneladas de ouro apenas no 1º trimestre deste ano. Atualmente, possui mais de 455 toneladas de ouro, representando quase 30% de seus ativos de reserva.

Em junho, o banco central do Cazaquistão adicionou 4.2 toneladas de ouro às suas reservas. Foi o terceiro mês consecutivo de compras após vários meses consecutivos de vendas no início do ano e em 2021.

A Índia comprou 3.7 toneladas de ouro em junho. Desde que retomou as compras no final de 2017, o Reserve Bank of India – RBI (o banco central da Índia) comprou mais de 200 toneladas de ouro. Em agosto de 2020, houve relatos de que o RBI estava a considerar aumentar significativamente suas reservas de ouro.

Dentre outros países cujos bancos centrais compraram ouro em junho estão: Bangladesh (0.1 tonelada), República Checa (0.5 tonelada), México (0.1 tonelada) e Mongólia (0.1 tonelada).

Em junho, o novo presidente do Czech National Bank – CNB (o banco central da República Checa), Ales Michl, disse que pretende aumentar as reservas de ouro do banco em quase 10 vezes.

As compras líquidas de ouro pelos bancos centrais no 2º trimestre estão em 180 toneladas. Isto empurrou o total do 1º semestre para 270 toneladas. As compras líquidas no 1º semestre diminuíram para um valor próximo da média do 1º semestre dos últimos cinco anos: 266 toneladas.

“Esta é uma continuação da forte compra que vimos [em 2021] e agora esperamos que a demanda dos bancos centrais para 2022 esteja no mesmo nível de 2021”, afirma o WGC.

Os bancos centrais adicionaram 463 toneladas de ouro às reservas em 2021. Isto foi 82% superior a 2020.

O ano passado foi o 12º ano consecutivo de compras líquidas. Ao longo deste tempo, os bancos centrais compraram um total líquido de 5692 toneladas de ouro.

Depois de recordes de compras de ouro por parte dos bancos centrais em 2018 e 2019, houve uma diminuição em 2020, quando o total de compras foi de 273 toneladas. Em 2019, as compras totalizaram 650.3toneladas; em 2018, 656.2 toneladas. Segundo o WGC, 2018 foi o ano que registou a maior compra de ouro por parte dos bancos centrais desde a suspensão da convertibilidade do dólar americano em ouro em 1971.

 

André Marques

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