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Endividamento do Setor não Financeiro em Portugal Sofreu um Aumento de € 1.1 Mil Milhões em Junho de 2022

O Banco de Portugal publicou os dados sobre o endividamento do setor não financeiro em Portugal, que, em junho de 2022, sofreu um aumento de € 1.1 mil milhões em relação a maio de 2022, atingindo € 794.8 mil milhões. No total do 1º semestre, o aumento foi de € 24.1 mil milhões.

O aumento do endividamento do setor público em € 14 mil milhões distribuiu-se, essencialmente, pelo exterior e pelo setor financeiro com incrementos de € 6.9 e € 5.3 mil milhões, respetivamente.

O acréscimo do endividamento do setor privado de € 10.1 mil milhões resultou, sobretudo, do aumento do endividamento das empresas privadas (€ 6.9 mil milhões de euros), principalmente junto do exterior, do setor financeiro e das empresas. Registou-se também um aumento do endividamento dos particulares (€ 3.2 mil milhões), maioritariamente junto do setor financeiro.

Figura 1 – Endividamento do Setor não Financeiro por Setor Devedor, em Milhões de Euros (Junho 2021 – Junho 2022)

Fonte: Banco de Portugal.

O Banco de Portugal também afirmou que, apesar dos aumentos nominais do endividamento do setor não financeiro (em percentagem do PIB), observou-se uma redução do rácio, refletindo o aumento do PIB. Assim, no 1º semestre de 2022, o endividamento do setor não financeiro diminuiu de 364.7% para 358.9% do PIB, registando-se uma redução do endividamento do setor público de 162.7% para 161.6% do PIB, e um decréscimo do endividamento do setor privado de 202.1% para 197.4% do PIB.

Figura 2 – Endividamento do Setor não Financeiro em % do PIB

Fonte: Banco de Portugal.

Em junho de 2022, o endividamento das empresas privadas sofreu um aumento de 4.1% em relação a junho de 2021 (+0.3% do que o verificado no final de 2021).

Figura 3 – Taxa de Variação Anual do Endividamento das Empresas Privadas (2017-2022)

Fonte: Banco de Portugal.

Já o endividamento dos particulares sofreu um aumento de 4.4% em relação a junho de 2021 (+1.2% do que o verificado no final de 2021).

Figura 4 – Taxa de Variação Anual do Endividamento dos Particulares (2017-2022)

Fonte: Banco de Portugal.

 

André Marques

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