Por que é que o preço é importante, mas não é o único fator decisivo

Muitas pessoas, quando se trata de metais preciosos, olham primeiro para o preço. O ouro subiu hoje? A prata desceu? Comprei na altura certa? Devia ter esperado? Devia ter vendido mais cedo?

Estas questões são compreensíveis. Mas, com base nos meus 40 anos de experiência no setor financeiro e das matérias-primas, sei que quem, na constituição estratégica de património, se concentra apenas no preço do dia, acaba frequentemente por ignorar os fatores mais importantes. A constituição, a otimização e a proteção do património não se resumem apenas a aumentos de preços a curto prazo. Trata-se de segurança, liquidez, propriedade, estrutura fiscal, vantagens de compra, quantidade, estratégia e objetivos a longo prazo.

Especialmente no caso dos metais preciosos físicos, a questão decisiva não é: «Como está o preço hoje?»

A melhor pergunta é: «Que quantidade de valor real acumulei a longo prazo e como posso aumentar estrategicamente essa quantidade?»

O MAIOR ERRO: EXPECTATIVAS DE CURTO PRAZO EM RELAÇÃO A VALORES REAIS DE LONGO PRAZO

A maioria das desilusões não surge porque um investimento é mau. Surge porque as expectativas não correspondem aos próprios objetivos. Os preços são determinados pelo mercado. No entanto, cada investidor é responsável pelas suas próprias expectativas e objetivos.

Quem compra metais preciosos físicos e espera que o preço só suba a partir do dia seguinte ficará, mais cedo ou mais tarde, desiludido. Os mercados não evoluem em linha reta. Nos últimos 15 anos, o ouro, a prata e a relação ouro-prata registaram repetidamente oscilações significativas para cima e para baixo; os gráficos históricos de 15 anos mostram muito claramente que as correções são normais e não constituem um erro do mercado.

Por isso, não é realista partir do princípio de que se compra sempre ao melhor preço de compra e se vende mais tarde ao melhor preço de venda. Depois de um acontecimento, todos sabem o que teria sido melhor. Antes disso, ninguém tem a certeza. Nenhum analista, nenhum comentador da bolsa e nenhum especialista possui uma bola de cristal. As previsões podem servir de orientação, mas não são uma garantia. Mesmo os cenários ambiciosos para a prata, como os que são discutidos, por exemplo, por muitos analistas em todo o mundo, são cenários possíveis e não promessas certas.

A DIFERENÇA ENTRE ESPECULAÇÃO E ESTRATÉGIA A LONGO PRAZO

Um investidor orientado para os preços e com uma visão de curto prazo só fica satisfeito quando os preços sobem. Compra, olha para o preço atual e espera uma confirmação da sua decisão o mais rapidamente possível. Se o preço cair, surge a incerteza. A incerteza transforma-se em preocupação. A preocupação transforma-se, por vezes, em medo. E o medo nunca foi um bom conselheiro.

Um investidor de longo prazo pensa de forma diferente. Ele sabe que, se comprar regularmente e o preço cair, receberá mais mercadoria pelo mesmo montante. Mais gramas. Mais onças. Mais substância. Mais património real.

Para ele, uma queda de preço não é automaticamente uma perda, mas sim, muitas vezes, uma oportunidade de compra. Quem compra metais preciosos regularmente, seja mensalmente, quinzenalmente ou semanalmente, beneficia do chamado efeito do custo médio. Quando os preços estão mais altos, compra-se uma quantidade menor; quando estão mais baixos, compra-se uma quantidade maior. Assim, ao longo do tempo, forma-se um preço médio que não depende de um único momento de compra. Desta forma, as flutuações de preço não são evitadas, mas sim utilizadas estrategicamente em benefício próprio.

A QUANTIDADE MANTÉM-SE, MESMO QUE O PREÇO OSCILE

Uma ideia simples ajuda a enquadrar corretamente as correções de preço: se possui 1, 10 ou 100 quilogramas de metal precioso, mesmo após uma correção de preço a curto prazo, continuará a possuir 1, 10 ou 100 quilogramas de metal precioso. A quantidade não se alterou.

É claro que o valor atual muda. Mas a posse física mantém-se. É precisamente por isso que o investidor a longo prazo não deve olhar apenas para o preço atual, mas sim para a quantidade que acumulou ao longo do tempo.

A constituição estratégica de património não consiste em acertar todos os dias. Trata-se de acumular sistematicamente, ao longo dos anos, quantidades cada vez maiores de valores reais.

METAIS PRECIOSOS FÍSICOS: SEM EMITENTE, PROPRIEDADE EFETIVA, ELEVADA LIQUIDEZ

Os metais preciosos físicos diferem fundamentalmente de muitos títulos financeiros. Por trás de uma ação está uma empresa. Por trás de uma obrigação está um devedor. Por trás de um certificado está um emitente. O ouro e a prata físicos, por outro lado, não são uma promessa de pagamento por parte de um emitente, mas sim ativos reais com valor próprio.

Isso não significa que os metais preciosos sejam isentos de risco. Os preços flutuam. Mas os metais preciosos físicos não apresentam o risco clássico do emitente. Não são uma dívida de ninguém. É precisamente aí que reside uma vantagem essencial na proteção do património.

Ao mesmo tempo, os metais preciosos oferecem uma elevada liquidez. O ouro e a prata são conhecidos, negociáveis e avaliáveis em todo o mundo. O preço é transparente, o mercado é internacional e a procura é global.

POR QUE RAZÃO, NA ESTRATÉGIA DA ELEMENTUM, O PREÇO NÃO É O ÚNICO FATOR DECISIVO

O objetivo a longo prazo da estratégia Elementum vai muito além da esperança de que os preços dos metais preciosos subam. O verdadeiro objetivo é mais estratégico: pretende-se aumentar a quantidade de metais preciosos a longo prazo – com ou sem investimento próprio adicional.

Por isso, embora o preço diário tenha a sua importância, não é o único fator decisivo. Muitas vezes, é muito mais importante a relação entre o ouro e a prata, ou seja, o rácio ouro-prata, abreviado GSR. O GSR indica quantas onças de prata são necessárias para adquirir uma onça de ouro. É calculado dividindo o preço do ouro pelo preço da prata.

Quando o GSR é muito elevado, a prata está, historicamente, mais barata em relação ao ouro. Quando o GSR desce significativamente, a prata recuperou terreno em relação ao ouro. É precisamente daí que surgem oportunidades estratégicas.

A filosofia da Elementum também se baseia neste princípio fundamental: a seleção adequada de metais preciosos subvalorizados, a utilização do rácio ouro-prata, o método do custo médio, taxas mais baixas, descontos de investimento, descontos para famílias e grupos, benefícios em espécie concedidos pela entidade patronal e bónus de fidelidade devem, em conjunto, contribuir para aumentar a quantidade de metais preciosos a longo prazo.

A PRATA COMO ELEMENTO ESTRATÉGICO PARA A PROTEÇÃO E A CONSTITUIÇÃO DE PATRIMÓNIO

Na opinião de muitos analistas de renome internacional, a prata é um dos metais preciosos mais interessantes, porque une dois mundos: é um metal monetário e, ao mesmo tempo, uma matéria-prima estratégica com forte procura industrial.

Uma análise dos dados de produção revela que, segundo o USGS, a produção mineira mundial em 2025 situou-se em cerca de 3 300 toneladas de ouro e cerca de 26 000 toneladas de prata. Isto significa que: foi extraída cerca de 7,9 vezes mais prata do que ouro.

Isso não implica automaticamente que a prata «tenha de» ser apenas oito vezes mais barata do que o ouro. Os preços resultam de muitos fatores: existências disponíveis, procura por parte dos investidores, necessidades da indústria, reciclagem, clima de mercado, comportamento dos bancos centrais e liquidez. Mas a comparação mostra que, quando a relação prata/ouro (GSR) se situa significativamente acima da relação de produção, vale a pena dar uma análise estratégica mais aprofundada à prata.

Além disso, a prata é necessária em muitos setores do futuro, como a eletrónica, a energia fotovoltaica, a eletrificação de veículos, as redes elétricas, o tratamento de água, a medicina e inúmeras aplicações industriais. O Silver Institute refere que a procura industrial de prata atingiu um novo recorde em 2024, com 680,5 milhões de onças, e que o mercado global de prata voltou a registar um défice estrutural.

Embora o valor frequentemente citado de «mais de 70% de consumo industrial» possa variar consoante a definição utilizada, a essência é correta: hoje em dia, a prata é muito mais do que um mero metal de investimento. Uma parte significativa da procura é de natureza industrial, estrutural e impulsionada pela tecnologia. O Silver Institute estima a procura total de prata em 2024 em 1,16 mil milhões de onças; daí resulta que a procura industrial, de 680,5 milhões de onças, representa cerca de 59 por cento.

A MÉDIA DE 15 ANOS: UMA ORIENTAÇÃO, NÃO UMA GARANTIA

A média de 15 anos é importante para os investidores porque suaviza os picos de curto prazo e ajuda a não sobrevalorizar emocionalmente cada correção.

No que diz respeito ao rácio ouro-prata, a média de longo prazo dos últimos 30 anos situou-se, segundo as estimativas atuais da Elementum, em cerca de 65. Ao mesmo tempo, gostaríamos de salientar que esses valores-limite não são leis da natureza, mas sim pontos de referência.

É precisamente essa a questão: a média não substitui uma estratégia. Mas ajuda a contextualizar melhor as situações extremas.

Se, por exemplo, a relação ouro-prata (GSR) se situar em 90, 95 ou acima de 100, há fortes indícios de que a prata está muito subvalorizada em relação ao ouro. Se, posteriormente, a GSR cair para 60, a prata terá recuperado significativamente em relação ao ouro. Daí podem surgir oportunidades de mudança estratégica.

SWITCH-GO: MAIOR QUANTIDADE DE METAL PRECIOSO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DA PROPORÇÃO

Um exemplo simples ilustra o poder do GSR.

Suponhamos que o GSR se situe em 90. Nesse caso, uma onça de ouro equivale ao valor de 90 onças de prata. Quem comprar prata nesta fase está a adquirir um metal que, em relação ao ouro, é barato.

Se, mais tarde, o GSR cair para 60, 90 onças de prata passam subitamente a corresponder a 1,5 onças de ouro. Sem investir dinheiro adicional, uma mudança estratégica da prata para o ouro pode resultar num aumento da quantidade de ouro – sem ter em conta custos, taxas, margens de compra e venda, nem questões fiscais.

Numa transição de uma relação ouro-prata de 100 para 60, o efeito seria ainda mais acentuado: 100 onças de prata corresponderiam então, matematicamente, a cerca de 1,67 onças de ouro. É claro que esta estratégia também funciona no sentido inverso: em determinadas fases do mercado, a quantidade de prata pode ser ainda mais aumentada através de uma transição posterior do ouro para a prata. É precisamente aqui que reside uma das vantagens estratégicas decisivas. Não se trata apenas de saber se o preço da prata sobe ou desce hoje. Trata-se de saber como a prata evolui em relação ao ouro. Muitos clientes da Elementum conseguiram, no início do ano, tirar partido com grande sucesso precisamente desta ideia através do SWITCH-GO: a prata foi acumulada quando os valores da GSR estavam elevados e, em parte, convertida em ouro quando a GSR estava significativamente mais baixa. O objetivo: aumentar a quantidade de metais preciosos sem ter de investir mais dinheiro.

O importante é que: uma estratégia de alocação de ativos não é um processo automático. Exige disciplina, paciência e regras claras. É necessário ter em conta as taxas, os custos de armazenamento, os aspetos fiscais e os objetivos pessoais. Mas, a longo prazo, é precisamente esta estratégia que pode fazer uma diferença significativa.

É NA COMPRA QUE ESTÁ O LUCRO

Uma antiga máxima comercial diz: «É na compra que está o lucro».

Isto também se aplica à constituição estratégica de reservas de metais preciosos. Quem aproveita melhores condições de compra obtém mais metais preciosos com o mesmo investimento de capital. Por isso, as vantagens na compra não são secundárias. São uma componente estratégica.

Na Elementum, vários fatores interagem neste contexto: sete descontos de investimento, descontos familiares, descontos de grupo, comissões mais baixas, o método do custo médio, a estratégia GSR, benefícios em espécie do empregador e possibilidades estratégicas de mudança através do SWITCH-GO. O objetivo é compensar, a longo prazo, a quantidade de metais preciosos onerada pelas taxas e, além disso, acumular uma quantidade adicional.

As taxas são reais. Por isso, não se devem ignorar. Mas a melhor pergunta é: que estratégia me ajuda a compensar estas taxas a longo prazo e a aumentar a minha quantidade líquida de metais preciosos?

BENEFÍCIOS EM ESPÉCIE OFERECIDOS PELO EMPREGADOR: CRESCIMENTO ADICIONAL SEM INVESTIMENTO DE CAPITAL ADICIONAL

Outro elemento interessante podem ser os benefícios em espécie concedidos pela entidade patronal. Quando as entidades patronais oferecem benefícios em espécie aos seus colaboradores, isso permite acumular metais preciosos adicionais, sem que o cliente tenha de debitar o mesmo montante do seu património líquido.

Isto é particularmente interessante do ponto de vista estratégico, pois gera um fluxo adicional. Mês após mês, é possível acumular mais ativos. É claro que os requisitos fiscais e legais têm de ser analisados individualmente; na Alemanha, as remunerações em espécie e os benefícios monetários estão regulados, entre outros, no § 8 da Lei do Imposto sobre o Rendimento (EStG).

VANTAGENS FISCAIS: AO FIM DE 1 ANO A DIFERENÇA PODE SER DECISIVA

Uma vantagem importante dos metais preciosos físicos é o tratamento fiscal nas operações de alienação por particulares. Nos termos do artigo 23.º da Lei do Imposto sobre o Rendimento (EStG), as operações de alienação de outros bens económicos são, em princípio, relevantes para efeitos fiscais quando o intervalo entre a aquisição e a alienação não for superior a um ano.

Na prática, isto significa que, no caso dos metais preciosos físicos, os lucros podem estar isentos de impostos para os investidores particulares após o termo do prazo de detenção de um ano. Isto aplica-se não só a um aumento de preço, mas também à valorização da quantidade adicional acumulada, desde que sejam cumpridos os requisitos fiscais.

Também neste caso se aplica o seguinte: isto não constitui aconselhamento fiscal individual. No entanto, ilustra por que razão é tão importante adotar uma visão de longo prazo no que diz respeito aos metais preciosos. Quem age a curto prazo desperdiça frequentemente vantagens estratégicas. Quem planeia a longo prazo consegue conciliar melhor o preço, a quantidade, a estrutura fiscal e a proteção do património.

VANTAGENS DO ARMAZENAMENTO NA SUÍÇA

Outro elemento importante da estratégia é o armazenamento seguro. A Elementum International AG é especializada no armazenamento de metais preciosos físicos na Suíça. Segundo as suas próprias declarações, dedica-se exclusivamente a atividades de armazenamento; o cliente continua a ser o proprietário, tanto do ponto de vista jurídico como económico, dos seus bens, e os ativos armazenados não fazem parte da massa falida da empresa de armazenamento em caso de insolvência.

Particularmente interessante é o armazém de alta segurança no Maciço de S. Gotthard. As instalações têm o estatuto de armazém franco aduaneiro aberto. Isto significa, nomeadamente no caso da prata, que um eventual imposto sobre o valor acrescentado só tem de ser pago à alfândega no momento da retirada pelo cliente.

Outras vantagens incluem elevados padrões de segurança, sistemas de vigilância modernos, controlos de acesso rigorosos, cobertura de seguro, estabilidade política e económica, discrição, bem como a possibilidade de negociar metais preciosos dentro do entreposto aduaneiro sem ter de os movimentar fisicamente.

Além disso, os ativos dos clientes armazenados são auditados anualmente por uma empresa de auditoria independente.

VANTAGENS PARA TODA A FAMÍLIA

A constituição estratégica de património não se limita a uma única pessoa. Pode tornar-se um tesouro familiar.

Os metais preciosos físicos, em particular, são ideais como alicerce a longo prazo para as famílias, porque são compreensíveis, divisíveis, armazenáveis e transferíveis de geração em geração. Os filhos e netos podem aprender o que significa a verdadeira propriedade. Os pais podem não só acumular património, como também estruturá-lo. As famílias podem combinar vantagens de compra, descontos familiares e planeamento a longo prazo.

A filosofia da Elementum descreve o tesouro familiar intergeracional como um objetivo a longo prazo: segurança financeira, independência, liberdade e prosperidade – hoje e para as gerações futuras.

Para mim, esta é uma das ideias mais importantes: não se trata apenas do próximo ganho de cotação. Trata-se de construir valores reais que perdurem e possam ser transmitidos.

AS QUEDAS DE PREÇOS SÃO DESAGRADÁVEIS, MAS, DO PONTO DE VISTA ESTRATÉGICO, REVELAM-SE FREQUENTEMENTE VALIOSAS

É claro que uma queda nos preços não é agradável. Ninguém gosta de ver o valor atual do seu investimento a descer a curto prazo. Mas é precisamente aqui que se distingue a especulação a curto prazo da estratégia a longo prazo.

O investidor a curto prazo pergunta: «Porque é que o preço baixou?»

O investidor estratégico pergunta: «Consigo agora adquirir mais quantidade? O GSR é atraente? Posso melhorar o meu preço médio? Esta correção enquadra-se nos meus objetivos a longo prazo?»

O medo e a ganância são maus conselheiros. O medo leva muitas vezes a que se venda em fases desfavoráveis. A ganância leva muitas vezes a que se compre em fases de sobreaquecimento. A estratégia, por outro lado, cria distância. Ajuda a não agir com base nas emoções, mas sim de acordo com princípios claros.

CONCLUSÃO: NÃO SE DEVE TER EM CONTA APENAS O PREÇO, MAS TAMBÉM A ESTRATÉGIA, A QUANTIDADE E O OBJETIVO

O preço é importante. Mas não é tudo.

Quem espera apenas por subidas de preço a curto prazo fica nervoso a cada correção. Quem, porém, pensa a longo prazo, muitas vezes vê oportunidades nas quedas. Não vê apenas o preço, mas também a quantidade. Não apenas a cotação diária, mas também o GSR. Não apenas o lucro, mas também a segurança, a liquidez, a propriedade, as vantagens fiscais, as vantagens de compra e o património familiar.

A estratégia da Elementum segue exatamente esta visão de longo prazo: constituição estratégica de património, otimização patrimonial e proteção do património através de metais preciosos físicos – com o objetivo de acumular mais valor real a longo prazo.

O meu conselho é, portanto, o seguinte: não se fixe apenas no preço. Pergunte a si mesmo quais são os seus objetivos, quais as expectativas realistas e qual a estratégia que melhor se adequa a si.

Porque, no final, o que importa não é o momento perfeito para comprar. O que é decisivo é se, ao longo dos anos, acumulou valores reais – seguros, líquidos, fiscalmente bem planeados e estrategicamente otimizados.

Nota: Este artigo não substitui qualquer aconselhamento individual em matéria de investimentos, jurídica ou fiscal. Os preços dos metais preciosos variam, as previsões são incertas e os benefícios fiscais dependem sempre da situação pessoal e do quadro jurídico em vigor.

 

Bojan Pravica

Fundador e sócio do Grupo Elementum

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