De acordo com o relatório de notícias doSilver Institute de fevereiro de 2022, a prata é útil para conectar componentes eletrónicos ‘elásticos’.

  

Os engenheiros fizeram grandes avanços nocampo de dispositivos ‘vestíveis’ que se esticam e torcem para se adaptarem aocorpo da pessoa que usa o dispositivo. Mas alguns dos componentes usadosnestes dispositivos elásticos são muito rígidos. Este é o caso de muitoscomponentes comuns (como transistores e resistores), mas os diodos agora podemser riscados desta lista, de acordo com pesquisadores da Universidade deStanford.


Eles produziram o que dizem ser o primeirodiodo elástico de alta frequência do mundo, um dispositivo que permite que acorrente de alta frequência flua em uma direção, mas não na outra, o que otorna útil para etiquetas de identificação por radiofrequência (Radio FrequencyIdentification – RFID) frequentemente usadas para controlo de inventário,sensores de transporte e ferramentas antifurto, bem como sensores corporais.Muitas das antenas planas usadas nas etiquetas RFID são compostas de tintaprateada impressa em uma base de plástico ou borracha.


A pesquisadora Zhenan Bao, cuja equipaproduziu outras inovações elásticas, descreveu este último desenvolvimento parao Chemical & Engineering News: “Eletrodos e semicondutores que podem passaruma corrente alta e também tolerar alta deformação mecânica não existiam, entãotivemos de inventar estes materiais.” Ela disse que eles adicionaram filme deprata aos pontos de conexão para garantir conexões de baixa resistência aoresto do circuito.


Na revista Nature, a equipa escreveu: “… mostramos a viabilidade operacional do nosso diodointegrando-o com um sensor extensível, um pixel de exibição eletrocrômico e umaantena para realizar uma etiqueta sem fio extensível. Este trabalho é um passoimportante para permitir funcionalidades e capacidades aprimoradas para eletrónicosvestíveis semelhantes à pele.”


Figura 1 – Um Componente Elétrico Conhecidocomo Diodo ‘Elástico’ Flexiona Junto com Esta Antena Impressa


Fonte: Silver Institute.



André Marques